“Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis " – Charles Chaplin

Lendas

Desde muito tempo atrás os primeiros desenhos que podem estar ligados a seres alienígenas foram feitos em cavernas em pedras e até hoje é algo que nos deixa muito intrigado como os humanos daquela época faziam esses desenhos se eles não os tivessem vistos realmente eles não teriam tanta imaginação capaz de produzir esses desenhos tão cheios de detalhes e nas mais diferentes formas.

A Caverna de Wandjina

“As tribos aborígenes de Arnhem, território situado ao norte da Australia, acreditam que há muito tempo em “Dreamtime” (nota: nome dado aos tempos antigos, “tempo do sonho”), um grande pássaro prateado, pousou sobre certo platô para botar um grande ovo prateado, de onde os primeiros membros da tribo foram chocados. Eles tinham pele branca. Ao redor da região de Ayers Rock, a tradição local é que os ancestrais dos Aborígenes vieram das estrelas.

“Há muito tempo atrás durante o Dreamtime, um grande ovo de cor avermelhada veio do céu. Ele tentou pousar seguramente no chão, mas se quebrou. De dentro dele, saíram heróis culturais de pele branca (deuses) e seus filhos.

Dos filhos, os mais velhos logo morreram, seja através de sua idade avançada ou devido a não poderem se acostumar com nossa atmosfera. As crianças, no entanto, eram jovens e capazes de se adaptar mais facilmente ao seu novo lar. Eles gravaram e pintaram a aparência de seus pais nas paredes de cavernas para perpetuar suas memórias.

Com o tempo, o grande ovo de cor avermelhada se desfez até que suas sobras se misturaram com a terra, dessa forma, criando o solo vermelho da Austrália Central. “Os filhos dos heróis culturais que vieram do céu se multiplicaram até que eles eventualmente povoaram toda a terra, suas peles ficaram escuras devido ao clima quente”.

 

As artes nas cavernas retratando os antigos ainda sobrevivem, mostrando figuras em indumentárias que lembram os astronautas dos tempos modernos. Os mitos e lendas Aborígenes, como os dos povos mais primitivos ao redor do mundo, fala dos “heróis-culturais” de Dreamtime (deuses) que desceram do céu no início da História para disseminar cultura aos habitantes primitivos da Terra. Estas tradições, ligadas a muitos sítios arqueológicos ao redor do mundo, sugerem a alguns Ufologistas que nos tempos remotos seres inteligentes de outros mundos no espaço podem ter visitado a Terra.

Para muitos pesquisadores, a evidência mais fascinante sustentando esta teoria são as muitas pinturas antigas e gravuras em rochas de cavernas do povo da idade da pedra encontradas mundialmente. As pinturas e gravuras em rochas dos Aborígenes Australianos, como muitas encontradas em outras partes do mundo, retratam animais e caçadas com frequência, mas, além disto, são vistos objetos e figuras humanas estranhas. Pesquisadores têm argumentado persistentemente se estas gravuras representam visitantes extraterrestres e suas espaçonaves ou os míticos heróis culturais e seus projetos totêmicos. Os Ufólogos argumentam que muitos destes objetos lembram os OVNIs que tem sido relatado ao redor do mundo.

As implicações são que, há milhares de anos , estranhos objetos eram observados nos céus pelo povo da idade da pedra. É discutível se estas obras realmente representam espaçonaves e seres extraterrestres.”

Abaixo imagens da “Caverna de Wandjina”, situada na região de Kimberly, Austrália:

A Caverna de Wandjina

Uma das imagens encontradas na caverna e muito curiosa pois se parece com algo do tipo santos ou mesmo Deus com uma especie de energia cósmica ao redor de sua cabeça, lembra-nos  imagens de seres divinos.

Um capitão chamado George Grey, em 1838, durante uma expedição de reconhecimento das montanhas do distrito de Kimberley, próximo do Rio Prince Regent, na Austrália Ocidental, se deparou com um conjunto de pinturas do tipo rupestre, muito estranhas. Parte da montanha havia desmoronado e deixado expostas cavernas escondidas pelos milênios, nelas haviam pintadas figuras extraordinárias Em seu diário, descrevendo o que  seria uma figura de um ser com aparência física humana vestido de vermelho com uma roupa que so deixa de fora as mãos, os pés e a cabeça o rosto e a cabeça da figura estão envoltos em uma sucessão de bandagens circulares estes são nas cores vermelhas, amarelas e brancas, sendo os olhos as únicas coisas representadas no rosto, na bandagem mais alta, pode se ver uma serie das linhas pintadas em vermelho, mas é impossivel dizer se eles foram pintados de proposito para representar o personagem  grafado, ou apenas como um ornamento para a cabeça

As pinturas ficaram conhecidas como: Wandjina (o espirito nele nubla ) e deram origem a muitas teorias, Os antropólogos acreditam que as pinturas estão relacionadas com mitologia aborígine na região, mas também sugere a possibilidade de que um padre, vestido com sua manta, vindo possivelmente num navio de exploração português ou espanhol. só não explicam como podem as pinturas terem sido executadas bem antes que as grandes viagem de descobrimento européia fossem idealizadas

Então fica ai esse post pra gente pensar alguns dizem ser seres extraterrestres outros dizem ser os ancestrais dos aborígines isso é um mistério a unica verdade apresentável é que as figuras permanecem até hoje lá nas cavernas até hoje sem nenhuma explicação plausível

Post: Filho Cheng


Elizabeth Báthory, a condessa de sangue.

É inacreditável como a busca pela beleza leva uma pessoa a fazer atos “bizarros” e loucuras, este é o caso de Elizabeth Báthory.

Elizabeth Báthory nasceu em 7 de agosto de 1560 na Hungria. Dizem que o motivo de seu sadismo foi pelo fato de que ela cresceu na época em que os Turcos conquistaram a maior parte do território húngaro, que servia de campo de batalha entre os exercitos do império Otomano e a Áustria dos habsburgo. A família também tomou partido junto ao protestantismo, que era uma nova forma de oposição ao catolicismo romano. Desde muito jovem a moça, muito bela, já havia sido prometida em casamento. Aos 11 anos de idade já era noiva de um conde local, mas aos 14 anos engravidou de um camponês e fugiu, para não complicar seu casamento. Não se sabe o fim que a criança teve, mas o casamento ocorreu no ano seguinte. Acredita-se que durante as viagens do Conde, Elisabeth tomava conta dos assuntos do castelo, e a partir daí começou a aflorar seu lado sádico. Além de maltratar os empregados, ela era famosa apelo comportamento arbitrário e pela crueldade com quem infringia as regras. Ela costumava espetar agulhas em partes sensíveis do corpo, como embaixo das unhas e mandava as vítimas ficarem nuas na neve para que fossem banhadas com água fria e morressem congeladas. Existem relatos de que ela teria aberto a mandíbula de uma criada até que os cantos de sua boca rasgassem. Mas ela não fez tudo sozinha, teve ajuda de Seu marido tambem, que lhe ensinou a cobrir uma mulher de mel para que insetos viessem atacar a vitima. A sua obsesão por beleza iniciou quando ela estava se penteando e uma empregada acidentalmente puxou seu cabelos. ela espancou a empregada até a morte e seu sangue espirrou na mão de Elizabeth, ela acreditou que aquele sangue havia rejuvenescido sua pele, aparti dai surgiram boatos que a condessa se banhava com sangue para mante-la bela e jovem.

No entanto, com toda sua crueldade, há relatos de que Elizabeth era uma boa mãe para os seus três filhos que teve com o conde. Elizabeth ficou viúva em 1604, e com isso aumentou ainda mais sua insanidade mental. Ela se mudou para Viena e lá conheceu outras mulheres que a incentivaram a continuar e refinar seus métodos de tortura e assassinato. Os nomes de todas as suas vítimas só foram descobertos quando uma investigação para verificar as dividas do marido teve acesso a sua agenda pessoal, que continha o nome de mais de 650 vítimas registradas com sua própria letra. Durante seu julgamento, não foram encontradas provas de seus atos, apenas testemunhas que a acusavam A condessa ficou na prisão por três anos, até sua morte em 1614. Cem anos depois, o padre jesuita Laszlo Tutoczy encontrou alguns documentos originais do julgamento e recolheu Histórias que circulavam entre os habitantes locais. Então com base nesses documentos surgiu a Lenda da condessa, de acordo com essa lenda existia em um calabouço uma gaiola com lâminas penduradas no teto, onde os condenados eram colocados e espetados com lanças, para se moverem e se cortarem, e esse sangue caia em um recipiente para os banhos de Elizabeth. Há músicas e filmes que relatam sua vida.

Banda: cradle of filth

Música: Bathory Aria

 

 

Filme:Bathoty (título original)/ Condessa de sangue (título brasileiro)

Trailer

Continuem comentando galera, obrigado por lerem  nosso blog, até o próximo post.

Edição e pesquisa: Janderson Shift


Íncubo e Súcubo

Íncubo

Íncubo (em latim incubus, de incubare) é um demônio na forma masculina que se encontra com mulheres dormindo, a fim de ter uma relação sexual com elas. O íncubo drena a energia da mulher para se alimentar, e na maioria das vezes deixa-a morta ou então viva, mas em condições muito frágeis. A versão feminina desse demônio é chamada de súcubo.

Como ele ataca?

O íncubo geralmente aparece em sonhos que a vítima está sentindo prazer. Ele toma a forma mais atraente para a vítima, atraindo-a para si com seu magnetismo, sugando a energia sexual de sua parceira. Indefesa diante da situação, a vítima desse ser oferece involuntariamente sua energia, como forma de retribuição, durante os atos cometidos. Ao acordar se sente fragilizada e cansada, apesar de, na maioria das vezes, não se lembrar de nada.

Súcubo

Súcubo é um demônio com aparência feminina que invade o sonho dos homens a fim de ter uma relação sexual com eles para lhes roubar a energia vital

O súcubo se alimenta da energia sexual dos homens, e quando invade o sonho de uma pessoa ele toma a aparência do seu desejo sexual e suga a energia proveniente do prazer do atacado.

Em lendas medievais do oeste, uma succubus (no plural succubi) ou succuba (no plural succubae) é um demônio que toma a forma de uma mulher bonita para seduzir homens  em sonhos de ter intercurso sexual. Elas usam os homens para sustentarem-se de sua energia, por vezes até ao ponto de exaustão ou morte da vítima. São de mitologia e fantasia: Lilith, as Lilin (judeu), Lilitu (Sumério), e em fábulas de redações Cristãs (folclores não fazem parte da teologia cristã oficial), considerado succubi.

Características

A aparência das succubus varia, mas em geral são descritas como detentoras de uma sedutora beleza, muitas vezes com asas de morcego e grandes seios; Elas também têm outras características demoníacas, tais como chifres e cascos. Às vezes, aparecem como uma mulher atraente em sonhos em que a vítima parece não conseguir retirá-la da sua mente. Elas atraem o sexo masculino e, em alguns casos, o macho parecia “apaixonar-se” por ela. Mesmo fora do sonho ela não sai da sua mente. Ela permanece lentamente a retirar-lhe energia até à sua morte por exaustão. Outras fontes dizem que o demónio irá roubar a alma do macho através de relações sexuais.

Origem da palavra

A palavra “succubus” vem de uma alteração do antigo latim succuba significando prostituta. A palavra é derivada do prefixo “sub”, em latim, que significa “em baixo, por baixo”, e do verbo “cubo”, que significa “eu me deito”. Assim, um súcubo é alguém que se deita por baixo de outra pessoa, e o íncubo (do latim, in-, “sobre”) é alguém que está em cima de uma outra pessoa.

E quem quiser ler um bom romance sobrenatural tem um livro da escritora Richelle Mead, que aborda esse tema, mais detalhes aqui.

Edição:Janderson Shift