“Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis " – Charles Chaplin

Música

Mudvayne

Poucos conhecem a Banda de metal alternativo Mudvayne, e quem conhece provavelmente gosta por causa de sua sonoridade e visual agressivo ao máximo, mas há algo que me fascina nessa banda além desses fatores.  Pra iniciar o nome da banda “Mudvayne” veio de um sonho que o vocalista Chad Gray teve em que ele foi abduzido por extraterrestres e lá lhe deram uma senha, senha esta que hoje é o nome da banda. Ótimas letras e vídeo clips, há certo mistério sobre a banda, pouco se sabe sobre seus integrantes, os assuntos abordados pela banda é de grande inteligência, esoterismo, ocultismo, alquimia, kabbalah, astrologia, biologia, história, física, química e matemática , uma eterna busca de saber o que você realmente é, o que te faz matar, o que te faz amar. O baterista Matt é membro da Golden Dawn, o vocalista Chad, tem uma grande curiosidade sobre óvnis extraterrestres etc, e vemos isso em suas letras e maquiagens. Mudvayne é uma banda polemica e contraditória ao governo e qualquer forma de manipulação em massa.

Análise de algumas músicas.

álbum The End Of All Things To Come ‘ encontramos em algumas músicas várias menções a Golden Dawn .

‘The place you would go and try to escape
Children, learning the secret knock, a nickel
To enter that place’

Tradução — O lugar que você deveria ir e tentar escapar
Crianças aprendendo o Toque Secreto, um níquel para se entrar naquele lugar.

E lembrando que a capa do Álbum é um símbolo usado em rituais.

Scrying: Album ‘The End Of All Things To Come.

Scrying é o uso de magia ou habilidades psíquicas para ver as coisas que estão ocultas para outra pessoa.
Por exemplo quando um vidente(ou algo do tipo) esta olhando em uma bola de cristal, em inglês se fala que ele esta Scrying
No caso da música ele vê na água uma coisa que outra pessoa não pode ver!

podemos ouvir no trecho da skrying :

“skrying through refections in a pool
i see death coming, mowing down
do you remember, the bedroom
Was it your cell or was it your tomb”

traduçãoSkrying através de reflexões em uma piscina
Eu vejo a morte chegando, derrubando
você se lembra, o quarto
Era o seu cubículo ou foi o seu túmulo

Skrying é um objeto para obter informações não disponíveis normalmente. Os métodos comuns incluem espelhos, pedras, cristais bolas, piscinas de água, tinta ou sangue, fogo, e etc.

Mercy Severity: Album the end of all things to come

“Mother of creation wait
embrace the souls of the lost world and carry them away
Portal sits deep within the eye,
The eye of yin’s severity,
Rewards understanding
Portal sits deep within the eye,
The eye of yin’s severity,
Rewards understanding”

Tradução

“Abraçar as almas de um mundo perdido e levá-los embora

Portal senta no fundo do olho,
O olho da gravidade do yin,
Recompensas compreensão
Portal senta no fundo do olho,
O olho da gravidade do yin,
Recompensas compreensão”

Esse yin no caso seria menção ao yin/yang
da cultura oriental…

A “Mercy, Severity”, tem uma série de referências orientais: o Yin do Yin e Yang taoísta, e a linha de “Mãe da destruição espera / Com um cinto de caveiras me prende pra baixo” pode estar se referindo à deusa hindu Kali.

Solve et coagula: Album The end of all things to come

O nome “Solve et Coagula” vêm das palavras em latim que aparecem nos braços do mitológico demônio Baphomet. A imagem de Baphomet também indica o equilíbrio, o Yin Yang, veja que ele aponta a mão direita para uma lua branca, e a mão esquerda para uma lua preta


Cada música do The End Of All Things To Come tem um símbolo zodíaco:

* Áries – “The End of All Things to Come”
* Touro – “Trapped in the Wake of a Dream”
* Gêmeos – “Shadow of a Man”
* Câncer – “World So Cold”
* Leão – “Not Falling”
* Virgem – “The Patient Mental”
* Libra – “Silenced”
* Scorpião – “Skrying”
* Sagitário – “Solve et Coagula”
* Capricórnio – “(Per)version of a Truth”
* Aquários – “Mercy, Severity”
* Peixes – “A Key to Nothing”

Todas, exceto a 12:97:24:99. No encarte do CD, em vez de ter um símbolo zodíaco, tem a capa do álbum como símbolo, isso talvez represente o conceito de não dualidade da escola de filosofia Hindu ‘Advaita-Vedanta’, que diz que ‘A verdade somente pode ser descoberta através do silêncio’. Essa música na verdade não representa nada, ou representa algo além de todas as definições. As letras dessa música estão em hebreu.
O álbum tem fortes influências da filosofia Hindu e Budista. Mais forte é o tema da natureza do nada, que é parecido com a crença Hindu e budista que o mundo material é uma ilusão. Também tem o ciclo natural do tempo, renascimento e a presente destruição. A música ‘Mercy, Severity’ em particular, tem um número de referencias orientais, o Yin de Daoist Yin e Ya

Obs: não sei se vocês lembram-se do novo signo do zodíaco que os astrônomos dizem existir, as noticias sobre ele começaram no inicio desse ano 2011, e esse álbum do Mudvayne é de 2002, quem gosta de conspiração vai relacionar fácil a isso que vou dizer agora, a capa do Album é uma pirâmide e observando  a pirâmide maya de um certo ponto e horário especifico, se não me engano é quase quando o sol esta se pondo, feita pela sombra da pirâmide vemos uma  serpente e o nome do novo signo é Serpentário, agora fica o silêncio pra vocês refletirem sobre…..

Monolith: Album L.D 50

As palavras faladas em “Monolith” são de Terence McKenna, um famoso pesquisador de alucinógenos, explicando a sua teoria de que os símios (macacos) evoluíram para seres humanos através do consumo de cogumelos alucinógenos.

(k)Now F(orever): Album L.D 50

‘Do what you will make it the whole of your law’

Tradução — ‘faça o que deseja, faça isso toda sua lei’
é uma das regras do Thelema. A religião fundada por Crowley.

Curiosidades:

O inicio da musica Beautiful And Strange do álbum Self-titled, pode se ouvir no Filme The shining (O iluminado)

O termo All work and no play makes me a dull boy que vemos na música Dull boy, também veio do filme The Shining, não irei falar detalhes pra não estragar o filme.

O Baterista tem uma tatuagem da Golden Dawn no peito esquerdo

Mais um post terminando por aqui, e até o próximo.

Pesquisa e edição: Janderson Shift.


Elizabeth Báthory, a condessa de sangue.

É inacreditável como a busca pela beleza leva uma pessoa a fazer atos “bizarros” e loucuras, este é o caso de Elizabeth Báthory.

Elizabeth Báthory nasceu em 7 de agosto de 1560 na Hungria. Dizem que o motivo de seu sadismo foi pelo fato de que ela cresceu na época em que os Turcos conquistaram a maior parte do território húngaro, que servia de campo de batalha entre os exercitos do império Otomano e a Áustria dos habsburgo. A família também tomou partido junto ao protestantismo, que era uma nova forma de oposição ao catolicismo romano. Desde muito jovem a moça, muito bela, já havia sido prometida em casamento. Aos 11 anos de idade já era noiva de um conde local, mas aos 14 anos engravidou de um camponês e fugiu, para não complicar seu casamento. Não se sabe o fim que a criança teve, mas o casamento ocorreu no ano seguinte. Acredita-se que durante as viagens do Conde, Elisabeth tomava conta dos assuntos do castelo, e a partir daí começou a aflorar seu lado sádico. Além de maltratar os empregados, ela era famosa apelo comportamento arbitrário e pela crueldade com quem infringia as regras. Ela costumava espetar agulhas em partes sensíveis do corpo, como embaixo das unhas e mandava as vítimas ficarem nuas na neve para que fossem banhadas com água fria e morressem congeladas. Existem relatos de que ela teria aberto a mandíbula de uma criada até que os cantos de sua boca rasgassem. Mas ela não fez tudo sozinha, teve ajuda de Seu marido tambem, que lhe ensinou a cobrir uma mulher de mel para que insetos viessem atacar a vitima. A sua obsesão por beleza iniciou quando ela estava se penteando e uma empregada acidentalmente puxou seu cabelos. ela espancou a empregada até a morte e seu sangue espirrou na mão de Elizabeth, ela acreditou que aquele sangue havia rejuvenescido sua pele, aparti dai surgiram boatos que a condessa se banhava com sangue para mante-la bela e jovem.

No entanto, com toda sua crueldade, há relatos de que Elizabeth era uma boa mãe para os seus três filhos que teve com o conde. Elizabeth ficou viúva em 1604, e com isso aumentou ainda mais sua insanidade mental. Ela se mudou para Viena e lá conheceu outras mulheres que a incentivaram a continuar e refinar seus métodos de tortura e assassinato. Os nomes de todas as suas vítimas só foram descobertos quando uma investigação para verificar as dividas do marido teve acesso a sua agenda pessoal, que continha o nome de mais de 650 vítimas registradas com sua própria letra. Durante seu julgamento, não foram encontradas provas de seus atos, apenas testemunhas que a acusavam A condessa ficou na prisão por três anos, até sua morte em 1614. Cem anos depois, o padre jesuita Laszlo Tutoczy encontrou alguns documentos originais do julgamento e recolheu Histórias que circulavam entre os habitantes locais. Então com base nesses documentos surgiu a Lenda da condessa, de acordo com essa lenda existia em um calabouço uma gaiola com lâminas penduradas no teto, onde os condenados eram colocados e espetados com lanças, para se moverem e se cortarem, e esse sangue caia em um recipiente para os banhos de Elizabeth. Há músicas e filmes que relatam sua vida.

Banda: cradle of filth

Música: Bathory Aria

 

 

Filme:Bathoty (título original)/ Condessa de sangue (título brasileiro)

Trailer

Continuem comentando galera, obrigado por lerem  nosso blog, até o próximo post.

Edição e pesquisa: Janderson Shift


Angel of Death – Slayer

Angel of Death é uma canção, considerada por muitos controversa, da banda norte-americana de thrash metal, Slayer, e é a faixa de abertura do álbum de 1986 Reign in Blood.

O tema da letra gira em torno do médico alemão Josef Mengele, que entrou para o Partido Nazista em 1937 e para a SS em 1938, indo para o campo de concentração nazista de Auschwitz. Lá ele realizava experiências com os prisioneiros, o que lhe concedeu o apelido de “Anjo da Morte”.

Algumas de suas experiências eram testes de alta altitude, testes em queimaduras causadas por bombas incendiárias, testes com água do mar para torná-la potável, congelamento de pessoas, testes com malária, testes com gás mostarda, testes com o bactericida sulfanilamida, testes com a febre maculosa (tifo), testes com diversos venenos, entre outros. Eram os gêmeos os seus objetos de pesquisa preferidos, para ver a diferença das reações de suas experiências.

A letra de Angel of Death é constituída pela clara exposição, de forma violenta, sobre o que ocorria em Auschwitz: “Slow death, immense decay, showers that cleanse you of your life” (Morte lenta, imenso declínio, chuveiros que lhes purificam de suas vidas); “Frigid cold, cracks your limbs/How long can you last in this frozen water burial?” (Rígido frio, quebra seus membros/Quando tempo você pode aguentar nesta gélida água da morte?); sobre experimentos em gêmeos há este trecho: “Sewn together, joining heads/Just a matter of time ‘til you rip yourselves apart” (Costurados juntos, unindo cabeças/Apenas uma questão de tempo até vocês se dilacerarem). Mencionando Josef Mengele, há partes como: “Angel of death/Monarch to the kingdom of the dead” (Anjo da morte/Monarca do reino dos mortos).

Ouça a música:

Letra traduzida:

Anjo da Morte

Auschwitz, o significado da dor
A maneira que eu quero que vocês morram
Morte lenta, imenso declínio
Chuveiros que lhes purificam de suas vidas
Forçados a
Fugir como animais
Despidos do
Valor de suas vidas
Ratos humanos, para o anjo da morte,
Quatrocentos mil a mais para morrer
Monarca do reino dos mortos
Sádico, cirurgião da morte
Sadista do mais nobre sangue

Destruindo, sem piedade
Ao benefício da raça Ariana

Cirurgia, sem anestesia
Sinta a faca te perfurar intensamente
Inferior, sem uso de humanidade
Amarrado e gritando para morrer
Anjo da morte
Monarca do reino dos mortos
Infame sanguinário,
Anjo da morte

Bombeado com fluído, dentro do seu cérebro
A pressão no seu crânio começa a empurrar
Entre os seus olhos
Carne queimando, cai em pedaços
Teste de calor queima sua pele
Sua mente começando a ferver
Rígido frio, quebra seus membros
Quanto tempo você pode durar
Nessa gélida água da morte?
Costurados juntos, cabeças grudadas
Apenas uma questão de tempo
Até vocês se dilacerarem em dois

Milhões deitados
Em seus túmulos abarrotados
Repugnantes caminhos para realizar o Holocausto

Mares de sangue, imersam a vida
Cheire sua morte enquanto ela queima
Dentro de você
Cegado através de calor, olhos que sangram
Rezando pelo final de
Seu pesadelo acordado

Asas da dor, buscam te atingir
A face de morte dele te encarando
Seu sangue está correndo gelado
Injetando células, olhos mortos
Se alimentando dos gritos
Dos mutantes que ele está criando

Patéticas vítimas inofensivas
Abandonadas para morrer
Podre anjo da morte
Voando livremente

By: Paulo Rick


O Necronomicon

O Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco. Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Alguns trechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e no apócrifo Livro de Enoch. Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.

Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra. Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar. São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro. Até mesmo a palavra árabe para designar antigo, é derivado do verbo hebreu cair. Portanto, seriam Anjos Caídos.

O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon. Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.

Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.

Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas. O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.

Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros. O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese. Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.

O percurso histórico do Necronomicon continua em 1586, quando o mago e erudito Jonh Dee anuncia a intenção de traduzi-lo para o idioma inglês, tendo como base a versão latina de Wormius. No entanto, o trabalho de Dee nunca foi impresso mas chegou até as mãos de Elias Ashmole (1617-1692), estudioso que os reescreveu para a biblioteca de Bodleian, em Oxford. Assim, os escritos de Ashmole ficaram esquecidos por aproximadamente 250 anos, quando o mago britânico Aleister Crowley (1875-1947), fundador do Thelema, os encontrou em Bodleian. O Thelema é regido pelo Livro da Lei, obra dividida em três capítulos na qual fica evidente o plagio da obra de Jonh Dee. No ano de 1918, Crowley conhece a modista Sônia Greene e passa alguns meses em sua companhia. Sônia conhece o escritor Howard Phillip Lovecraft em 1921, e casam-se em 1924. Neste período, o autor lança o romance A Cidade Sem Nome e o conto O Cão de Caça, onde menciona Abdul Alhazred e o Necronomicon. Em 1926, um trecho da obra O Chamado de C`Thullu menciona partes do Livro da Lei, de Crowley. Portanto, o ressurgimento contemporâneo do Necronomicon deve-se a Lovecraft, apesar de não haver evidências de que o escritor tivesse acesso ao Livro dos Nomes Mortos.

Algumas suposições aludem a outras cópias que teriam sido roubadas pelos nazistas na década de 30. Ainda nesta hipótese, haveria uma cópia do manuscrito original feita com pele e sangue dos prisioneiros dos campos de concentração, que na 2ª Guerra foi escondida em Osterhorn, uma região montanhosa localizada próxima a Salzburg, Áustria. Atualmente, não é provável que ainda exista um manuscrito árabe do Necronomicon. Uma grande investigação levou a uma busca na Índia, no Egito e na biblioteca de Mecca, mas sem sucesso.

Antes que alguém diga que o Livro é ficção, tenho uma curiosidade pra vocês, um garoto chamado Brian Hugh Warner (Mais conhecido como Marilyn Manson) saiu de uma escola cristã para uma pública, ou seja, vitima fácil para o Bullying, um “colega” fazia brincadeiras de mau gosto com ele batia, xingava etc,  então pra ele as agressões só iriam parar se ele fosse seu amigo, foi mais fácil pelo seu gosto musical etc,  e em um certo dia Brian foi passar o final de semana na casa dele, ele o convidou para ver algo horripilante, ele não tinha escolha, ele o levou para o quintal da sua casa, que havia um sótão lá, subindo na parte mais alta do sótão, havia um altar satânico, o Rapaz deu à ele um livro, chamado Necronomicon, e ordenou que lê-se ele estava com medo, não queria ler, o irmão do rapaz chegou  e eles fugiram, e no meio do nada encontraram uma espécie de porão, entraram e ele leu o livro, e começou as “alucinações” ouvindo vozes dizendo “ você acredita em satã?”  Brian deixou o livro cair e consumidos pelo medo eles saíram daquele lugar voltaram para casa dormiram e no dia seguinte resolveram  buscar o livro, e chegando no local, não havia mais nada,  apenas areia e mato.

Obs: Foi o proprio Marilyn Manson que relatou isso na série Celebrity Ghost Stories

Abraço, Comentem, até mais.

Texto: Janderson Shift


Black Sabbath – Back to the Eden

 
“We Are The Star Demons, Reaching Out Yeah, We Want To Touch Your World, We Are the Dream Makers, Pure And Sweet Yeah, We’re Gonna Change Your World.

When You’re Tired Of Giving Reasons And Freedom Fighting Freedom If You’re Searching For An Answer, We Can Bring You Back To Eden.
There’s No Need For Pain And Anger, The Power Of Peace Can Destroy The Gun. Leave Behind Man’s Vanity Yeah, And Living Life On The Run.”

 
Podemos notar vários elementos “trevosos” nessa música, tais como a ironia feita através de Demônios que vão te levar pro Eden (céu) e a relação paradoxal entre paz e armas em “o poder da paz pode destruir as armas”. Sobre os elementos musicais: confira por você mesmo ao escutar a música, vale a pena.

 

 

By: Paulo Rick